Quanto preciso ganhar para financiar um apartamento em Santo Antônio do Descoberto?
Essa é a primeira pergunta de quase todo mundo que pensa em sair do aluguel. A resposta curta: depende menos de um valor fixo de salário e mais da combinação entre a sua renda, o subsídio que você pode receber e o FGTS que você já tem.
O que o banco olha na sua renda
- A renda bruta da família, antes dos descontos. Dá para somar a renda de quem vai comprar junto com você, como cônjuge, companheiro(a) ou outro familiar.
- A parcela não pode passar de uma parte da renda. Na prática, o banco costuma aceitar que a parcela comprometa até cerca de 30% da renda bruta familiar.
- A forma de comprovar: carteira assinada, servidor público, aposentado, autônomo ou MEI. Cada caso pede documentos diferentes.
- O seu nome: para aprovar o financiamento, o CPF precisa estar sem restrição no SPC ou Serasa.
O subsídio muda a conta
Em programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida, famílias dentro das faixas de renda do programa podem receber um desconto do governo no valor do imóvel. Esse desconto reduz o quanto você precisa financiar e, com isso, a parcela. Por isso, quem faz a conta só pela renda costuma achar que não consegue comprar, quando na verdade consegue.
O FGTS também ajuda
Se você tem pelo menos 3 anos de carteira assinada (somando todos os empregos), pode usar o saldo do FGTS para dar entrada ou reduzir o valor financiado. Em alguns casos, ter esse tempo de FGTS também garante condições melhores de juros.
A idade define o prazo
O prazo do financiamento depende da idade de quem compra. Quanto maior o prazo, menor a parcela. Por isso perguntamos a idade na simulação.
Como descobrir o seu caso
O valor exato da parcela e do subsídio só sai depois que a CAIXA analisa os seus documentos. O primeiro passo é a nossa simulação: em 2 minutos você descobre se o seu perfil se encaixa e recebe a lista de documentos para a análise.
